Saúde suplementar em dados abertos da ANS · método aberto

Quanto a saúde corporativa ficou mais cara, onde e por quê

Em —, o custo por beneficiário do coletivo empresarial subiu —. Nos últimos 12 meses, os contratos coletivos com 30 vidas ou mais receberam reajuste médio de —, sem os planos odontológicos que quase todo mundo esquece de tirar.

Quem lidera cada município

Como a conta é feita

De onde vem esse —

  1. Partimos do que a ANS publica. São os mesmos dados abertos que qualquer pessoa pode baixar: quanto as operadoras gastaram, quantas pessoas cada uma atende, o reajuste de cada contrato. A diferença está no que fazemos com eles.
  2. Tiramos o que distorce. Um terço dos contratos na base de reajustes é de plano odontológico. Com eles dentro, o reajuste de uma empresa de 1.000 a 4.999 vidas parece 2 pontos menor do que é. Aqui eles saem.
  3. Separamos uso de preço. Se o custo por pessoa subiu, quanto foi porque as pessoas usaram mais e quanto foi porque cada consulta, exame ou internação ficou mais cara? É a pergunta que importa na renovação, e o gráfico ao lado responde para —.
  4. Avisamos quando o dado oficial parece errado. Não mexemos no número da ANS: marcamos e explicamos o porquê. E nada vai ao ar se a conferência automática não fechar.
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A conta de —, aberta

Quanto o custo por beneficiário do coletivo empresarial subiu, em pontos percentuais. Cada degrau soma ao anterior e o último é o total.

Fonte: ANS, Mapa Assistencial (SIP) e Beneficiários (SIB). Elaboração nudge.

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